domingo, 20 de julho de 2008

Djulia

Ai, como dói a saudade.
A saudade arrancada do peito
Como se me tirassem um pedaço
Sem cuidado, sem jeito.

Como dói a lembrança
De ver o sorriso distante,
De ver a alma brilhante
Tão perto de mim.

Como dói a partida
Sem a minha despedida
Pra poder ver ela sorrindo
Mesmo que mais tarde estivesse indo.

Não me importaria
Se pudesse voltar atrás
Pra fazer aquilo que todos sabem
Mas nunca ninguém faz.

Não há tempo que acalme a dor,
Nem dicionário traduz amor
Quando o que se perde é muito.
Quando é demais pra uma pessoa só.

Agora me deixe dormir e esquecer.
Quem sabe em sonho consigo dizer
A falta que me faz, a saudade latente
Que não se apaga, por mais que eu tente.

Vou deixar ir embora, que se há de fazer?
Da vida nada sabemos, não havemos de saber.
Só posso te dizer obrigada,
Minha amiga, minha linda, minha amada.



Feliz dia do amigo, pra amiga que tanto me fez bem e teve que ir embora. Saudades imensas e lembranças que nem o tempo, nem o vento, muito menos a morte são capazes de apagar. Brigada por ter existido, brigada por ter me dado tua companhia e me perdoa por não ter te dado aquele abraço quando tive vontade. Eu não sabia que aquela era a última oportunidade. Me cuida sempre aí de cima, que eu sei que tu virou um anjo. Te amo sempre! Beijo cheio de saudade da tua Jubinha, que não vai te esquecer nunca.

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