Não há flores na porta nem serenata na janela.
Só o bilhete amarrotado na bolsa da moderna cinderela,
Com endereço, telefone e MSN pra conversar.
Parece que hoje não precisa estar-se junto para gostar.
Risadas dali, indiretas daqui, vamos à algum lugar?
Se conhecer, bater um papo, que mal nisso há?
Selando as mãos n'algum lugar, que não são mais nas mãos
E fingir-se loucos, apesar de sãos.
Depois sempre a desculpa que foi impulso
E ao sentimento um grande insulto que não esquecerá.
E faço minhas as palavras de outro:
'Parece que para todo mundo é o sexo que importa.
Será que amor está fora de moda?'
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