Os falsos amores que vigiam
Aquela escondida solidão
Risonhos, sorrindo iam
Admirar do peito a imensidão.
Imbebido em lágrimas de amor
Soluços ofegantes se vão
Lançados no infinito como um abrigo
Pra bem longe de um coração.
E na areia, escrito singelo
Ao passo que nem o mármore apaga,
O que será escrito de belo
No futuro onde nada se rasga?
Devaneio estranho da dor
Perdendo o tino e a liberdade,
O que será das fotos sem cor?
O que restará na saudade?
Abraço apertado que lembro
Com afago e tranqüilidade
É só esse um simples momento
É a lembrança da minha mocidade.
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Um comentário:
Que lindaaaa essa poesiaa *.*
Amei seu blog.
Parabéns.
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